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Filha do primeiro bombeiro militar do Ceará morto em atividade visita o Quartel Central
Qua, 10 de Maio de 2017 09:04
Filha do primeiro bombeiro militar do Ceará morto em atividade visita o Quartel Central



As coisas já não são como antes. Apesar de o prédio ser o mesmo, quase nada permanece onde costumava ficar. Mesmo assim, Raimunda Brandinho Andrade emocionou-se ao pisar novamente no Quartel Central do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará depois de 40 anos. “Vocês não fazem ideia do que eu estou sentindo nesse momento. Isso aqui foi a minha infância e a minha juventude. Brinquei e cresci dentro dos muros desse quartel. É muito importante pra mim estar aqui de novo”, comentou a Dona Mundica ao entrar pelas portas do Casarão Vermelho.


Nascida em novembro de 1939, ela é filha do 3º Sargento Sebastião Félix Brandinho, que morreu em fevereiro de 1942, soterrado em uma cacimba durante uma operação de salvamento. Já sendo órfã de mãe, ela teria ficado desamparada após a morte do pai, o primeiro bombeiro militar do Ceará falecido em atividade operacional, se não fosse a iniciativa do Capitão Francisco das Chagas Nogueira Caminha, o primeiro comandante geral do CBMCE, de adotá-la. “Eu tinha dois anos quando o meu pai biológico morreu e ele pediu pelo amor de Deus que alguém cuidasse de mim. Foi quando o meu pai adotivo decidiu atender ao pedido dele”, explicou.


Durante a visita, que durou toda a manhã, cada passo pelas dependências do quartel suscitava uma lembrança. Ao lado do Coronel Comandante-Geral Heraldo Maia Pacheco, Dona Mundica visitava o espaço físico da unidade militar, enquanto revisitava as próprias memórias. "Dos meus três aos seis anos de idade, meu pai era o comandante daqui. Além disso, tinha muitos amigos do meu pai biológico no quartel. Por isso, eu vivia pra lá e pra cá, brincando e conversando com todo mundo. E mesmo depois que o meu pai deixou o comando, eu passei muitos anos vindo aqui ainda", relembrava.


"Esta visita não marca apenas a vida da dona Mundica. É uma honra para todos nós que fazemos parte do casarão vermelho poder conversar com ela, que é uma fonte viva da história, além de conhecer os detalhes que não foram registrados nos livros', ressalta o 2º Ten Luciano Viana, escritor e historiador do CBMCE e que está realizando pesquisas de campo para aprofundar ainda mais a história do CBMCE.


 

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